Você tratou as varizes, as pernas ficaram mais leves e, alguns anos depois, percebe uma veia saliente em um lugar novo. A primeira pergunta que surge costuma ser: “as varizes voltaram? O tratamento não funcionou?”
A resposta curta é que a veia tratada, na grande maioria dos casos, não volta. O que acontece com frequência é outra coisa: a doença venosa continua ativa em outras veias. Entender essa diferença muda completamente a forma de encarar o problema e, principalmente, de preveni-lo.
Neste guia, a equipe médica da Clínica EVAS explica o que é a recidiva de varizes, por que ela acontece, o que a ciência mostra sobre cada técnica e quais crenças populares são mito ou verdade.
Resposta direta: as varizes voltam depois do tratamento?
Podem surgir novamente, mas raramente pelo motivo que o paciente imagina. Em resumo:
- A veia que foi fechada ou retirada, em geral, não reabre. Técnicas como o laser endovenoso e a flebectomia apresentam altas taxas de fechamento e remoção definitivos.
- Novas varizes podem aparecer em outros trajetos, porque a insuficiência venosa crônica é uma doença crônica e progressiva, influenciada por genética, hormônios, idade e hábitos.
- Parte das “recidivas” tem causa evitável, como tratar apenas as veias visíveis sem corrigir a origem do refluxo.
- Varizes que voltam podem ser tratadas novamente, quase sempre com técnicas minimamente invasivas.
Em resumo: recidiva não é sinônimo de falha. Na maior parte dos casos, ela reflete a evolução natural da doença venosa. Por isso, o tratamento de varizes deve ser encarado como o controle de uma condição crônica, com acompanhamento, e não como um evento único.
O que é recidiva de varizes
Na literatura médica, o termo usado é REVAS (recurrent varices after surgery, ou varizes recidivadas após tratamento). A definição foi estabelecida em um consenso internacional realizado em Paris, em 1998, e considera recidiva a presença de varizes em uma perna que já foi tratada para varizes.
Essa definição é ampla de propósito, porque inclui situações bem diferentes entre si:
- Recidiva verdadeira: a varicosidade reaparece no mesmo território que foi tratado, por reabertura do vaso ou formação de novos vasos na região.
- Veias residuais: varizes que não foram tratadas no primeiro procedimento e continuam presentes, às vezes por escolha do plano terapêutico, às vezes por falta de identificação.
- Varizes novas: veias que ficaram doentes depois do tratamento, em trajetos que antes eram saudáveis, como resultado da progressão da doença.
Para o paciente, as três situações parecem iguais: “a variz voltou”. Para o cirurgião vascular, cada uma tem uma causa e uma conduta diferentes. É por isso que a avaliação com ultrassom é indispensável antes de qualquer retratamento.
Por que as varizes voltam: as quatro causas principais
O consenso REVAS e os estudos que o seguiram organizam as causas de recidiva em quatro grandes grupos. Entender cada um ajuda a separar o que depende da técnica, o que depende do planejamento e o que depende da própria doença.
1. Progressão da doença venosa
É a causa mais comum. Válvulas de outras veias, que estavam competentes na época do primeiro tratamento, perdem a função com o passar dos anos. Surgem novos pontos de refluxo, por exemplo na veia safena acessória anterior, na safena parva ou em veias perfurantes, e com eles aparecem novas varizes.
Nenhum procedimento consegue impedir esse processo, porque ele depende de fatores que continuam presentes depois do tratamento: predisposição genética, envelhecimento da parede venosa, gestações, alterações hormonais, excesso de peso e longos períodos em pé ou sentado.
2. Neovascularização
Após a retirada ou ligadura de uma veia, o organismo pode formar pequenos vasos novos na região da cicatriz, especialmente na virilha, onde a safena magna desemboca no sistema venoso profundo. Esses neovasos podem voltar a conduzir refluxo e alimentar novas varizes.
A neovascularização é classicamente associada à cirurgia convencional com ligadura da junção safenofemoral. As técnicas endovenosas, que fecham a veia por dentro sem abrir a região da virilha, apresentam risco menor desse fenômeno, segundo meta-análise de ensaios clínicos publicada em 2026.
3. Erro tático (de estratégia)
Acontece quando o plano de tratamento não aborda a verdadeira origem do refluxo. O exemplo mais comum é tratar apenas os ramos visíveis, com escleroterapia ou retirada das tributárias, sem fechar a veia safena doente que os alimenta. As veias visíveis somem por um tempo, mas a pressão que as criou continua lá.
Esse tipo de recidiva é, em grande parte, evitável com um mapeamento venoso completo por eco-Doppler antes do tratamento.
4. Erro técnico ou recanalização
Inclui situações em que o procedimento não atingiu todo o segmento doente ou em que a veia tratada voltou a se abrir (recanalização). A recanalização é incomum após a termoablação e mais frequente após a escleroterapia com espuma em veias de grande calibre, o que é esperado pela natureza da técnica e costuma ser resolvido com sessões complementares.
| Causa da recidiva | O que acontece | É evitável? | Como reduzir o risco |
|---|---|---|---|
| Progressão da doença | Novas veias passam a ter refluxo com o tempo | Não totalmente | Acompanhamento periódico, controle de peso, atividade física, compressão quando indicada |
| Neovascularização | Formação de novos vasos na região tratada | Parcialmente | Preferência por técnicas endovenosas quando a anatomia permite |
| Erro tático | A origem do refluxo não foi tratada | Sim, na maioria dos casos | Mapeamento venoso completo e plano que trate a fonte antes dos ramos |
| Erro técnico ou recanalização | Segmento não tratado ou veia que reabre | Em grande parte | Procedimento guiado por ultrassom e eco-Doppler de controle após o tratamento |
O que dizem os estudos sobre recidiva
Os números variam bastante entre publicações, porque cada estudo usa uma definição, um tempo de seguimento e um método de avaliação diferentes. Ainda assim, alguns dados ajudam a dimensionar o problema com honestidade:
- Após cirurgia convencional, revisões que aplicaram os critérios REVAS descrevem recidiva entre cerca de 7% e 37% em dois anos, podendo chegar a aproximadamente metade dos casos em cinco anos.
- Em um estudo prospectivo com cinco anos de seguimento, 25% das pernas operadas apresentaram recidiva. Mais da metade dessas recidivas foi explicada por progressão da doença e neovascularização, e não por falha técnica. Mesmo nas pernas com recidiva, a gravidade clínica permaneceu menor do que antes da cirurgia.
- Após termoablação endovenosa, grandes séries de casos relatam fechamento da safena tratada acima de 90% em cinco anos. Quando há recidiva, as fontes mais frequentes são veias perfurantes, novo refluxo na safena acessória anterior ou na safena parva e, menos vezes, reabertura da veia tratada.
- Comparando técnicas, uma meta-análise em rede de ensaios randomizados publicada em 2026 mostrou que cada método tem um padrão próprio de recidiva: a cirurgia teve menos recidiva na junção da safena, enquanto as técnicas endovenosas tiveram menos neovascularização. A espuma apresentou maior taxa de recanalização.
O ponto mais importante desses dados: nenhuma técnica elimina a possibilidade de novas varizes, porque a doença não está só na veia tratada. A diferença entre as técnicas está em onde e por que a recidiva tende a acontecer, e isso é considerado na escolha do tratamento.
Mitos e verdades sobre a recidiva de varizes
“A veia tratada volta a abrir com o tempo.”
Mito, na maioria dos casos. Após o laser endovenoso, a veia é fechada por dentro e reabsorvida pelo organismo, e as taxas de fechamento duradouro são altas. Após a flebectomia, a veia é removida fisicamente. A recanalização existe, mas é pouco comum após termoablação e é identificada no eco-Doppler de controle.
“Se as varizes voltaram, o tratamento não deu certo.”
Mito. A maior parte das varizes que aparecem anos depois está em trajetos novos, resultado da progressão da insuficiência venosa crônica. O tratamento resolveu as veias doentes daquele momento; a doença de base continuou seu curso.
“Cirurgia convencional tem menos recidiva do que o laser.”
Mito. Os estudos mostram eficácia comparável entre as técnicas, com padrões diferentes de recidiva. A cirurgia tende a gerar mais neovascularização na virilha; as técnicas endovenosas, menos. Por isso as diretrizes atuais colocam a termoablação como primeira escolha para refluxo de safena, como detalhado no comparativo entre cirurgia de varizes e tratamentos minimamente invasivos.
“Tratar só as veias que aparecem já resolve o problema.”
Mito. Esse é um dos caminhos mais conhecidos para a recidiva precoce. Se existe refluxo na veia safena, os ramos visíveis tendem a se formar de novo. O plano correto costuma tratar primeiro a fonte do refluxo e depois as tributárias, com técnicas como a flebectomia ambulatorial.
“Genética e hormônios aumentam a chance de novas varizes.”
Verdade. Histórico familiar, sexo feminino, gestações, uso de hormônios e envelhecimento são fatores de risco para a doença venosa e continuam atuando depois do tratamento. Quem tem esses fatores se beneficia ainda mais de acompanhamento regular.
“Usar meia de compressão garante que as varizes não voltem.”
Mito. A meia de compressão graduada alivia sintomas, reduz inchaço e é parte importante da recuperação após o procedimento. Mas ela não corrige válvulas doentes e não oferece garantia contra novas varizes. O uso, o tempo e o grau de compressão devem seguir a orientação do cirurgião vascular.
“Exercício físico ajuda a prevenir novas varizes.”
Verdade. A musculatura da panturrilha funciona como uma bomba que empurra o sangue de volta ao coração. Caminhada, natação e ciclismo fortalecem essa bomba e melhoram o retorno venoso. Não impedem a progressão da doença, mas estão entre as medidas de estilo de vida recomendadas.
“Vasinhos que voltam não têm nada a ver com varizes maiores.”
Depende. Muitos vasinhos são isolados e reaparecem por predisposição individual. Outros são alimentados por veias reticulares ou por refluxo em veias mais profundas. Quando os vasinhos voltam rapidamente no mesmo local, vale investigar com eco-Doppler se existe uma veia nutridora a ser tratada.
“Varizes que voltaram não podem ser tratadas de novo.”
Mito. Varizes recidivadas podem ser tratadas, e na maioria das vezes com técnicas minimamente invasivas, como escleroterapia com espuma ecoguiada, laser endovenoso em segmentos ainda tratáveis e flebectomia ambulatorial. A estratégia depende do tipo de recidiva identificado no ultrassom.
“Só preciso voltar ao médico se as varizes reaparecerem.”
Mito. O acompanhamento periódico permite identificar novos pontos de refluxo antes que se transformem em varizes volumosas ou causem sintomas. Tratar cedo costuma significar procedimentos menores e recuperação mais simples.
| Afirmação | Mito ou verdade | Em uma frase |
|---|---|---|
| A veia tratada volta a abrir | Mito, na maioria dos casos | Recanalização é incomum após termoablação e é monitorada por ultrassom |
| Se voltou, o tratamento falhou | Mito | A maioria das recidivas vem da progressão da doença |
| Cirurgia tem menos recidiva que laser | Mito | A eficácia é comparável; o padrão de recidiva é que muda |
| Tratar só o que aparece resolve | Mito | Sem tratar a fonte do refluxo, os ramos tendem a voltar |
| Genética e hormônios aumentam o risco | Verdade | Os fatores de risco continuam após o tratamento |
| Meia de compressão garante que não volta | Mito | Alivia sintomas, mas não corrige válvulas doentes |
| Exercício ajuda a prevenir | Verdade | Fortalece a bomba muscular da panturrilha |
| Vasinhos que voltam não têm relação com veias maiores | Depende | Alguns são alimentados por veias nutridoras |
| Varizes recidivadas não têm tratamento | Mito | Podem ser tratadas, geralmente sem cirurgia aberta |
| Retorno ao médico só se reaparecer | Mito | Acompanhamento antecipa e simplifica o tratamento |
Como reduzir o risco de recidiva
A prevenção da recidiva começa antes do procedimento e continua depois dele.
Antes do tratamento
- Mapeamento venoso completo com eco-Doppler venoso de membros inferiores, avaliando safenas, veias acessórias, perfurantes e o sistema venoso profundo.
- Plano que trate a origem do refluxo, e não apenas as veias visíveis.
- Escolha da técnica conforme a anatomia, considerando calibre, trajeto e histórico de tratamentos anteriores.
Durante e logo após o tratamento
- Procedimentos guiados por ultrassom em tempo real, para tratar todo o segmento doente.
- Plano combinado quando necessário: fonte do refluxo, tributárias e vasinhos residuais, em etapas definidas pelo médico.
- Eco-Doppler de controle nas semanas seguintes, para confirmar o fechamento da veia tratada.
- Uso da meia de compressão pelo período orientado.
A longo prazo
- Consultas de acompanhamento na periodicidade definida pelo cirurgião vascular, conforme o estágio da doença e os fatores de risco.
- Atividade física regular, com foco em exercícios que ativem a panturrilha.
- Controle do peso e pausas para movimentar as pernas em rotinas com longos períodos em pé ou sentado.
- Atenção a fases de maior risco, como gestação e alterações hormonais, com orientação médica específica.
As varizes voltaram: o que fazer
Se você percebeu veias novas ou salientes em uma perna já tratada, ou se voltou a sentir peso, dor, cansaço e inchaço no fim do dia, o caminho é uma nova avaliação com o cirurgião vascular. Não é preciso esperar os sintomas piorarem.
A consulta, associada ao eco-Doppler, responde às perguntas que definem a conduta:
- É recidiva verdadeira, veia residual ou variz nova por progressão?
- De onde vem o refluxo que alimenta essas veias?
- A veia tratada anteriormente continua fechada?
- Há sinais de alteração no sistema venoso profundo?
Com esse diagnóstico, o tratamento costuma seguir as mesmas famílias de técnicas usadas no primeiro procedimento: escleroterapia com espuma ecoguiada para veias recidivadas tortuosas, laser endovenoso para segmentos de safena ainda tratáveis, flebectomia ambulatorial para tributárias salientes e escleroterapia ou técnicas transdérmicas para vasinhos. Em situações específicas, como recidiva complexa na região da virilha, a abordagem é discutida individualmente. Todas as técnicas disponíveis na clínica estão descritas na página de tratamentos.
Sinais que pedem avaliação rápida, com ou sem tratamento prévio: dor intensa, vermelhidão e endurecimento sobre uma veia, inchaço súbito em apenas uma perna ou sangramento de variz. Nesses casos, procure atendimento médico sem demora.
Recidiva de varizes e códigos CID-10
A CID-10 não tem um código exclusivo para varizes recidivadas. O registro segue os mesmos códigos usados para varizes de membros inferiores, de acordo com a apresentação clínica:
- I83.9: varizes dos membros inferiores sem úlcera nem inflamação
- I83.1: varizes dos membros inferiores com inflamação
- I83.0: varizes dos membros inferiores com úlcera
- I83.2: varizes dos membros inferiores com úlcera e inflamação
- I87.2: insuficiência venosa crônica (periférica)
Para fins de cobertura por plano de saúde, o que pesa é a indicação clínica documentada, com sintomas e refluxo comprovado por mapeamento dúplex. O relatório médico informa o histórico de tratamento anterior.
Perguntas frequentes
As varizes voltam depois do laser endovenoso?
A veia tratada com laser endovenoso raramente volta a abrir, e séries com cinco anos de acompanhamento mostram fechamento duradouro na grande maioria dos casos. Porém, novas varizes podem surgir em outras veias ao longo do tempo, principalmente em quem tem predisposição genética e outros fatores de risco. Por isso o acompanhamento com o cirurgião vascular continua importante depois do procedimento.
Quanto tempo depois do tratamento as varizes podem voltar?
Não existe um prazo fixo. Recidivas por falha técnica ou por fonte de refluxo não tratada tendem a aparecer nos primeiros meses ou anos. Já as varizes novas por progressão da doença podem surgir muitos anos depois. Estudos que acompanham pacientes por cinco anos ou mais mostram que a chance de novas varizes aumenta com o tempo de seguimento.
Qual tratamento de varizes tem menor chance de recidiva?
Não há uma técnica isenta de recidiva. Os estudos mostram eficácia comparável entre cirurgia convencional e termoablação endovenosa, com padrões diferentes: a cirurgia gera mais neovascularização na virilha, e as técnicas endovenosas, menos. O fator que mais reduz a recidiva é o planejamento correto, com mapeamento venoso completo e tratamento da origem do refluxo.
É possível tratar novamente varizes que voltaram?
Sim. Varizes recidivadas podem ser tratadas, geralmente com técnicas minimamente invasivas como escleroterapia com espuma ecoguiada, laser endovenoso em segmentos ainda tratáveis e flebectomia ambulatorial. A escolha depende do tipo de recidiva identificado no eco-Doppler e é feita pelo cirurgião vascular.
Meia de compressão evita que as varizes voltem?
A meia de compressão ajuda a aliviar sintomas, reduzir o inchaço e faz parte da recuperação após o procedimento, mas não garante que novas varizes deixem de aparecer, porque não corrige as válvulas das veias. Ela funciona melhor como parte de um conjunto de cuidados que inclui acompanhamento médico, atividade física e controle do peso.
Como saber se é uma recidiva ou uma variz nova?
Só a avaliação com o cirurgião vascular e o eco-Doppler venoso conseguem diferenciar. O exame mostra se a veia tratada continua fechada, se há refluxo em uma veia que antes era saudável ou se existem vasos novos na região do tratamento anterior. Essa distinção define qual técnica é indicada para o novo tratamento.
Com que frequência devo fazer acompanhamento depois do tratamento?
A periodicidade é definida pelo cirurgião vascular, de acordo com o estágio da doença, o tipo de tratamento realizado e os fatores de risco de cada paciente. Em geral, há um retorno com ultrassom de controle nas semanas seguintes ao procedimento e consultas periódicas depois disso, mesmo sem sintomas, para identificar novos pontos de refluxo precocemente.
Quando procurar um cirurgião vascular
Se você já tratou varizes e notou veias novas, se os sintomas de peso e inchaço voltaram ou se simplesmente quer saber se está tudo bem com as veias tratadas, o próximo passo é uma avaliação. A combinação entre consulta e mapeamento venoso transforma a dúvida “as varizes voltaram?” em um diagnóstico preciso, com conduta proporcional ao que realmente está acontecendo.
Para entender melhor a doença de base e os tipos de varizes, vale ler também o guia Varizes: o que são, tipos, causas e quando tratar.
Na Clínica EVAS, o atendimento começa por uma avaliação clínica completa e personalizada, com mapeamento venoso quando necessário, inclusive para pacientes que já passaram por tratamento em outros serviços. O objetivo é identificar a causa da recidiva e indicar o tratamento mais adequado para o seu caso: nem mais, nem menos.
A Clínica EVAS atende em São Paulo (Bela Vista e Shopping Cidade Jardim), Londrina (Lago Parque) e Rio de Janeiro (Grupo Paula Bellotti).
Agende sua consulta e descubra se as suas varizes voltaram e qual o melhor caminho para tratá-las.

